Teatro para Literatura - Daniely Viotto

THE LION KING

Em julho de 2011 fiz uma viagem para NY e não poderia deixar de assistir um dos músicas mais famosos da Broadway : The Lion King. 

O músical está em cartaz desde 1997, e é dividido em 2 atos. Na primeira parte Simba é apresentado para os outros animais em uma pedra e ao fundo a música é “Circle of Life”.

Depois disso mostra o crescimento de Simba, suas aventuras com a sua amiga Nala até chegar no clímax dessa primeira parte : a morte do seu pai, Mufasa.

Durante o segundo ato Simba já está crescido e vivendo com Timão e Pumba. As músicas dessa parte são minhas favoritas, como por exemplo “The Lion Sleeps Tonight” e “Can You Feel The Love Tonight”

Simba que havia fugido pelo sentimento de culpa acaba retornando com a Nala para o lugar onde morava antes com sua família e com o resto dos animais. Ele confronta Scar, que morre e Simba assume o seu lugar como rei.

Apesar de já ter assistido ao filme da Disney milhares de vezes, ver o músical é uma experiência única. Os figurinos são lindíssimos e muito bem feitos, os efeitos especiais também são incríveis, principalmente durante a morte do Mufasa. O cenário é ótimo  e a trilha sonora do Elton John dispensa comentários.

Recomendo a todos que forem a NY, é uma oportunidade imperdível e emocionante para todas as idades.

MARY POPPINS 

O enredo é basicamente uma família que tem dificuldades para encontrar uma babá que aguente seus filhos por muito tempo. Então magicamente surge Mary Poppins, uma babá excêntrica que acaba ensinando uma lição especial para as crianças.

O que mais me impressionou foi o cenário, que remonta perfeitamente Londres antigamente, e uma das minhas cenas preferidas é a dança das estátuas no parque e a dos limpadores de chaminé. As coreografias são muito legais.

Esse músical também é uma adaptação (muito bem feita, aliás) do filme. A trilha sonora é bem parecida e a música Supercalifragilisexpialidocious não sae da cabeça (tanto que comprei o cd).

A cena final é LINDA, com ótimos efeitos especiais. Apesar de não estar tão animada para assistir esse quanto The Lion King fui surpreendida e sem dúvidas superou todas minhas expectativas. Também recomendo e assistiria novamente sem sombra de dúvidas.

Daniely Viotto, 4 APM



Galeria Bia Doria

André Cajado  
Por André Cajado:
A Galeria Bia Doria conta com 84 peças desta artista plástica. Todas as peças são esculturas, sejam elas de madeira, mármore ou bronze. Bia Doria prefere usar a madeira como material e julga o mármore e o bronze como sendo muito tradicional apesar de usar esses materiais também. Isto porque, o trabalho realizado por Doria incorpora, em sua maioria, esculturas oriundas da natureza, sua principal fonte de inspiração. São utilizadas árvores nativas resgatadas da destruição natural gerada  por queimadas e desmatamentos. Raízes, troncos de árvores, cipós, fibra natural também são materiais utilizados após passar por um processo higiênico e, posteriormente, de preservação. Seu trabalho pode ser encontrado atualmente, em sua galeria, no shopping Cidade Jardim e no evento Casa Cor. Seu ateliê se localiza no bairro do Itaim.  
Gostei da exposição pelo fato da artista insistir muito em algo que não é muito convencional no Brasil, esculturas de madeira. E, pelo fato de ver que se pode aproveitar materiais orgânicos para se criar arte. "Flor da terra" - 2,10 X 1,80  
“Flor da terra”  - 2,10 X 1,80 - Madeira na cor vermelha com pigmentos em preto
"Raizes da vida" - 1,57 x 0,86  
“Raízes da vida” - 1,57 X 0,86 - Madeira escovada natural
Galeria Bia Doria
Exposição fixa, na qual as obras podem ser adquiridas.
Endereço: Alameda Gabriel Monteiro da Silva, 1802, Jardins
Entrada franca
Classificação: Livre 



O Mundo Mágico de Escher

Emiliano Zapata “Espiralando” (1956- 32.7 x 23.5 cm)
A mostra O Mundo Mágico de Escher reune cerca de 92 obras, entre gravuras originais e desenhos, incluindo todos os trabalhos mais conhecidos do artista. Escher ficou mundialmente famoso por representar construções impossíveis, preenchimento regular do plano, explorações do infinito e as metamorfoses - padrões geométricos entrecruzados que se transformam gradualmente para formas completamente diferentes.
Uma das principais contribuições da obra deste artista está em sua capacidade de gerar imagens com impressionantes efeitos de ilusões de óptica, com notável qualidade técnica e estética. A exposição também oferece uma série de experiências que desvendam os efeitos óticos e de espelhamento que o Escher utilizava em seus trabalhos, além de um filme 3D.


“Autorretrato no Espelho Esférico” (1950 - 31,8 x 21,3cm)
 ”Côncavo e Convexo “(1955 ; 22,5x 33.5cm)
O Mundo Mágico de Escher
Até 17 de julho de 2011
Local: CCBB-SP
Endereço: Rua Álvares Penteado, 112, Centro/ Próximo às estações Sé e São Bento do Metrô
Horário: terça a domingo, das 9h às 20h

Classificação: Livre
Entrada Franca



DESENHOS E AQUARELAS DE PORTUGAL E DO BRASIL 1825-1826

POR CAMILA SHAMMAH

A exposição “Desenhos e Aquarelas de Portugal e do Brasil” está exposta no Instituto Moreira Sales. Ela inclui cerca de 90 aquarelas e desenhos.

Charles Landseer foi o artista oficial da missão diplomática britânica, chefiada por Charles Stuart, que viaja entre Portugal e Brasil a fim de convencer o governo português a reconhecer a independência do Brasil, e posteriormente para assinar tratados (comerciais e para o fim do tráfico negreiro).

A exposição fica no 1º andar de um prédio na Rua Piauí, em Higienópolis. O ambiente é bem refrigerado, e a iluminação é apropriada para uma mostra de arte, com focos de luz nas obras. Os desenhos e aquarelas foram separados em 4 salas, dependendo de onde ele foi feito: Rio de Janeiro, Rio Tejo, Lisboa, entre outros.

É interessante mencionar que após a concretização da missão, Charles Stuart tentou ‘roubar’ o caderno com os desenhos de Landseer, mas depois foram resgatados pelo pai do artista.

As obras são muito perfeccionistas, principalmente os desenhos que contêm muitos detalhes. Sem tirar créditos do artista, achei seus desenhos extremamente pequenos com relação a seu tamanho. Ao pesquisar e ler sobre a exposição antes de visitá-la, imaginei que seriam obras maiores. A maioria tem um tamanho ao redor de 30 x 30cm.

Algumas de suas obras que mais me agradaram:


Aqueduto de Lisboa
lápis e aquarela
37,8 x 54 cm, 1825-1826


Corcovado visto da baía de Botafogo, Rio de Janeiro
quarela real
çada com branco
 27 x 62,9 cm, 1825-1826


 

Outras obras que gostei, mas infelizmente não estavam disponíveis na Internet (e era proibido fotografar na exposição) são: “O Índio do Espírito Santo”, “O Castigo de um Escravo” e “Palácio de Mafra, ao norte de Lisboa”

Dia e horário de visitação: 11 de Maio de 2011, por volta das 14h
Onde: Instituto Moreira Sales, Rua Piauí, 848- 1º andar
Telefone: 38252560
Até quando: dia 10 de julho. De terças à sextas das 13h-19h. Sábados, domingos e feriados das 13h-18h.
Links relacionados:
http://ims.uol.com.br/galeria/landseer/landseer.html

http://vejabrasil.abril.com.br/galeria/rio-de-janeiro/charles-landseer



Graffiti é legal, arte de rua com Celso Gitahy

“Graffiti é legal”

Filipe Faro

Grafites de Celso Gitahy.

Celso Gitahy é um dos artista que começou nas raízes do Graffiti como uma vertente do Hip Hop. No início, tomado pela necessidade da ilegalidade e da auto afirmação, como o próprio diz, sua obra não tinha traços que possamos chamar de “bonito”, era mais uma forma de expressão própria. Com o tempo Celso diz que acabou aperfeiçoando sua técnica e abandonou os traços mais forte para partir para algo mais artístico.

Celso Gitahy se formou pela Faculdade de Belas Artes de SP, em 1989. Inicia sua produção artística, em 1987, desenvolvendo trabalhos que incluem as técnicas de desenho, pintura, fotograma, colagem e instalação.

De 1989 a 1993, trabalhou como desenhista no centro de multimeios da Secretária Municipal de Educação de São Paulo.
Em 1992, obtém a atenção da imprensa escrita e eletrônica com o projeto “O graffiti é legal” patrocinado pela S.M.E. de São Paulo.
A partir daí, passa a ser convidado por diversas instituições a ministrar oficinas, proferir palestras, produzir textos, participar de exposições, bem como decorar interiores, fachadas e objetos utilizando a mesma técnica.






Graffites de Henrique Marques nas ruas de Bauru

“Janela da Alma”

Caio Amantini

Grafites de Henrique Marques nas ruas de Bauru, SP.

Este artista tem cerca de 100 obras pela cidade de Bauru, embora apenas 30 delas sejam autorizadas. O mesmo diz que isso acontece porque a essência do graffite é a atitude e é muito dificil conseguir autorizações, principalmente em cidades do interior. Seu trabalho é feito a partir de base de latex e spray. O mesmo grafita a sigla DM (Dialeto e Manifesto), pois o mesmo leva consigo que o graffite é um forma de dialeto diferente, dentro de um manifesto (o hip hop), ou seja uma outra forma de linguagem realmente aceita pelos seguidores e admirados do hip hop. Além de fazer personagens, que de acordo com Henrique começaram a ficar cada vez mais parecidos com o proprio, por isso a pergunta na obra acima “Parece eu, não?”, para o graffiteiro isso ocorre devido o seu trabalho sair realmente de dentro, expressando o que pensa e sente. Outros personagens feitos pelo artista são os “patos”, que são uma forma irônica de mostrar como a sociedade se porta. O mesmo começou também a fazer obras digitais e alguns de seus trabalhos podem ser vistos em sua página na web: Flickr.com/photos/nego0.

Gostei muito do trabalho do artista Henrique Marques (que assina seus grafites como negO), acompanho seu trabalho a um bom tempo e vejo o desenvolvimento em cada obra sua, demostrando cada vez mais criatividade e personalidade para expressar nas ruas e muros o que reflete principalmente sobre a sociedade.

 

“Dialeto e Manifesto”

 

“Away”

 

“4 Chances”

 

“Capitalismo”

 

Bauru, SP

Ida: 08/05/11

http://www.flickr.com/photos/nego0



Remédio® na Spray Galeria

Ana Clara Pontedeiro Patrício

Exposição Remédio®

Artista : Rui Amaral,Carlos Delfino, Ciro Cozzolino, Marta Oliveira e Zé Carratu

A exposição apresenta 44 obras, dos amigos de Rui Amaral, o Carlos Delfino, o Ciro Cozzolino, a Marta Oliveira e o Zé Carratu, e contém 24 obras de Rui Amaral. Essa exposição foi uma ideia do artista Rui Amaral e do colecionador José de Souza Queiroz para ampliar a visibilidade da obra de artistas procedentes da arte urbana no Brasil. O espaço da galeria não tem grandes dimensões, pois o que os artistas querem mostrar é a arte em si, o nosso contexto atual de forma artística. No estacionamento já notamos uma amostra da arte, no graffiti das paredes externas. Todas as obras são sempre cheias de cores e possuem traços simples, porém muito elaborados.

Eu gostei muito da exposição visitada, e na minha opinião a Spray Galeria, fez algo que nunca tinha visto antes, colocou o Graffite dentro de um espaço fechado, dando a a ele uma importacia maior do que sempre foi dado. Mesmo o Gaffite sendo uma forma de arte, as pessoas nunca a observam como tal, pelo fato de ficarem espalhados pelas ruas de São Paulo. Ao analizar esse tipo de arte se tem uma sensação de satisfação, euforia, e pelas cores vivas uma sensação de alegria. Garanto que todos que visitarem essa exposisão irão gostar muito.

Obra de Ciro Cozollino

Obra de Marta Oliveira 


Obra de Rui Amaral - Nome da obra: Bicudo

Ida: 3 de maio de 2011, ás 14h00 

Período: 09 de abril até 07 de maio de 2011 

De terça a sábado das 11h às 20h – domingo das 14h às 20h

Entrada Gratuita

WWW.SPRAYGALERIA.COM.BR

Rua Delfina, 112 – Vila Madalena – São Paulo – SP

Tel: 3034- 3879 / Tel: 2476-2404



Água na Oca

Carla Monaco Scatigno

Idealizada e realizada pelo Instituto Sangari em parceria com American Museum of Natural History, o Água na Oca tem origem na exposição Water: H20 = life, apresentada em 2007, em Nova York.

O elemento água, que ocupa cerca de 2/3 da superfície da terra, vai sendo revelando aos poucos numa grande exposição de oito mil metros quadrados e quatro andares no prédio da Oca, no Parque do Ibirapuera.

A exposição destaca a relação do homem com o meio ambiente. Aliando a ciência, a tecnologia e a arte em instalações interativas e audiovisuais misturadas a obras de arte. 


 No subsolo da exposição podem ser encontradas as obras de arte e algumas instalações interativas.

 

 Zero hidrográfico (2010), obra de Gisela Motta e Leandro Lima.

Conta Gotas (2010) , obra de Márcia Xavier.

A fonte (2010), da série O seu caminho, obra de Claudia Jaguaribe. 


Buracos (2010) , obra de Sonia Gugguisberg.

Água na Oca

De 26 de novembro de 2010 a 8 de maio de 2011.

Pavilhão Lucas Nogueira Garcez - Oca - Av. Álvares Cabral, S/N - Portão 03, Parque Ibirapuera, São Paulo.


 




Mostra Coletiva “Artistas de Pernambuco e da Paraíba”

Vera Douek

Mostra Coletiva “Artistas de Pernambuco e da Paraíba”, artistas Manuel Eudócio Gilvan Samico, J. Borges, J. Miguel, Luis Tananduba, Tarciso de Andrade, Geraldo Andrade, Miguel dos Santos entre outros.

-A exposição é formada por esculturas em madeira e cerâmica, pinturas e gravuras de vários artistas populares de Pernambuco e da Paraíba. Encontra-se na Galeria Pontes, que fica em um casarão tombado pelo patrimônio histórico.

- A exposição é bem legal por ser só de artistas brasileiros e populares, muitas vezes não muito conhecidos. Entretanto, eu estava com uma maior expectativa da exposição.
O diferente e interessante dela é observar a visão diferente de vários artistasbrasileiros. A mistura de pinturas, esculturas em madeira e cerâmicas deixa o ambiente da galeria muito rico. Contudo, por estarem misturadas e não cada uma em uma sala diferente pode deixar as pessoas um pouco confusas e com dificuldade de ter o foco em uma peça de cada vez. 
O casarão é de dois andares, uma casa bem simples, mas charmosa e com muitas esculturas. O funcionário não soube responder a muitas de minhas perguntas, mas mesmo assim foi bastante atencioso.

 


Descobrimento do Brasil - Tarcisio de Andrade (pernambucano). Conhecido por fazer cenários tridimensionais.


 Virgem e José - Geraldo de Andrade, artista plástico (pernambucano).


 ” Sem Título” ( segundo o funcionário da galeria não havia título na obra) - Luiz Tananduba (paraibano). Retrata o homem e o cotidiano da vida no campo.

Quando: Segunda à Sexta, das 10h às 19h
Onde: Galeria Pontes. Rua Minas Gerais, 80
De 4 de Maio até 11 de Junho de 2011

Link: www.galeriapontes.com.br 

 

 



Observador - Fabrizio Fasano Jr



Camilla Karic

Exposição: “Observador
Artista: Fabrizio Fasano Jr



100X50cm


Em sua primeira exposição individual, o fotografo se propoe a transformar as imagens captadas por uma câmera de bolso como modo de trabalhar com nosso inconsciente.
A exposição consiste num total de 18 obras, onde cada imagem traz de forma persistente, uma sombra preta de um pequeno homem diante de diferentes cenas, por isso o titulo “Observador”. 



100X50cm e 50X50cm

“ O fotógrafo como um observador é apenas um indivíduo considerado em relação ao ponto do universo que ocupa e aos fenômenos que ocorrem em torno dele, nunca interferindo, sempre testemunhando”  diz Fabrizio.


50X50cm

Uma coisa que me chamou muito a atencao foi que em uma das paredes tinha um pequeno texto que explicava que esses trabalhos eram uma prova viva de perda, uma vez que um certo momento nao se repetira pra nenhum de nós observadores. E seguia por uma frase de Francois Soulage que diz, ” a fotografia e uma estética que permanece após a perda.” 




Uma coisa interessante e essa entrevista que fizeram com ele sobre a mostra.

http://www.colheradacultural.com.br/content/20110404093014.000.2-N.php

Mônica Filgueiras Galeria de Arte
De 7 de Abril a 7 de Maio
 

Endereço:Rua Bela Cintra, 1533
Tel.: (011) 3082-5292

Quando:(Seg, Ter, Qua, Qui, Sex e Sáb) Acontece de segunda a sexta das 10h00 às 19h00 e sábados das 10h00 às 14h00.






 



the first time THEME BY: ©YAM16